A Geração Y e suas Implicações Estratégicas
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Nunca antes uma geração exerceu tanta influência nas estratégias organizacionais e no mercado de trabalho como a Geração Y. Organizações e economias inteiras serão influenciadas de maneira inédita pelas transformações, aspirações e motivações trazidas à medida que essa geração se torna adulta (e ser adulto também significa ser cidadão, consumidor, força de trabalho e líder).
- Já são considerados como o maior segmento em diversos setores da economia mundial (volume de compras e quantidade de consumidores).
- Representam cerca de 20% da população brasileira (40 milhões) e outros 210 milhões no restante do mundo em desenvolvimento.
- Começaram a entrar no mercado de trabalho em 2005 e assim continuarão até 2018. Daqui para frente, as empresas terão cada vez mais membros dessa geração em suas folhas ou contratos de pagamento (e posições de liderança).
- É tida por alguns como a geração na história, e em todo mundo, com o maior nível de escolaridade e formação e com maior flexibilidade de conceitos e, portanto, menor nível relativo de preconceitos.
- Cresceram com disponibilidade tecnológica e acesso instantâneo a informações e foram os primeiros a adotar tecnologias como redes sociais, redefinindo a forma de pessoas se relacionarem entre si e com a tecnologia. São, portanto, o maior grupo de internautas da Web.
- Apresentam expectativas sobre as questões de responsabilidade social corporativa, ambiental e trabalhista mais próximas ao comportamento de membros de uma ONG do que de qualquer outro grupo. Isso se reflete em suas demandas e ações enquanto funcionários, políticos, empresários e consumidores.
Gerindo a Geração Y – Entrevista com Tammy Erickson ( especialita em RH e articulista da Harvard Business Review) – Duração 10 min.
A formação histórica e cultural dessa geração contribui para expectativas em relação ao equilíbrio vida pessoal e trabalho absolutamente diferentes das gerações anteriores.
Abaixo os principais impactos na Gestão do Trabalho e Recursos Humanos:

Por outro lado, os hábitos e expectativas de consumo destes indivíduos estão mais relacionados à experiência e envolvimento/participação social do que ao produto em si. A importância real está no conteúdo e no valor desta experiência. E, além disso, esperam que as organizações assumam mais responsabilidade nas grandes questões mundiais.

Todas essas perguntas e suas respostas adjacentes se relacionam a algo maior. Como preparar a organização para o futuro? Onde estará o valor no futuro? Como serão as organizações do futuro? E, ainda mais importante, como tudo isso se relaciona?
E, por compreender isso é que temos atuado como uma das principais vozes no País a defender a idéia de Intangíveis**. Estamos convictos de que “mesmos modelos X variáveis diferentes = conta que não fecha”.

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"Nas inúmeras reuniões, discussões e até projetos que tenho participado nos últimos meses, percebo os executivos em posição de decisão cada vez mais angustiados com sua obrigação de continuar gerando valor aos seus acionistas a partir de margens históricas performadas em um mundo que não existe mais." [...]



